PALESTRA 12 – RICARDO AGRESTE

A maior missão dos discípulos e discípulas de Jesus é manter a chama da sua vocação acesa.

Quando nos esquecemos disso tudo fica mais difícil. O trabalho fica mais pesado, nada mais faz sentido, porque a chama se apagou.

2 TIMÓTEO 1.6
NVI – Por essa razão, torno a lembrar-lhe que mantenha viva a chama do dom de Deus que está em você mediante a imposição das minhas mãos.

ALMEIDA CORRIGIDA – Por cujo motivo te lembro que despertes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minhas mãos.

Obs.: Parece que o apóstolo Paulo está falando de algo (chama, dom) que era intenso e que já não é mais.

PARA MANTER A CHAMA ACESA:

  1. Crie, mantenha e valorize um círculo de intercessores.

“… ao lembrar-me constantemente de você noite e dia em minhas orações” (2 TM 1.3).

– Pecado do desprezo da oração.

– Pecado da autoconfiança.

  1. Estabeleça relações de vulnerabilidade e cuidado.

“Lembro-me das suas lágrimas e desejo muito vê-lo, para que a minha alegria seja completa” (2TM 1.4).

– A autonomia é a essência do pecado de lúcifer.

  1. Proteja o seu coração e lute contra o cinismo.

“Recordo-me da sua fé não fingida, que primeiro habitou em sua avó Lóide e em sua mãe Eunice, e estou convencido de que também habita em você” (2 TM 1.5).

CAREY NIEUWHOF, sobre o cinismo:

“Sentimento gerado por experiências de desencantamento e decepção que, gradativamente, nos rouba a capacidade de sonhar e acreditar nas pessoas”.

  1. Três valores: poder, amor e equilíbrio.

“Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio” (2 TM 1.7).

– Poder (Dynamis): Capacitação para realização.

Novas atitudes tomadas a partir do poder do Espírito Santo podem transformar as nossas vidas.

– Amor: 1 Coríntios 13 e a prática pastoral.

Pedro, você me ama? (…) Cuide das minhas ovelhas.

Se o ministério pastoral se torna pesado para você com o passar dos anos, faça o que precisa ser feito por amor a Jesus.

– Equilíbrio: Moderação entre trabalho e descanso, entre família e igreja e entre a história e a eternidade.

CONCLUSÃO:

No caminho de Emaús

“Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles” (LC 24.15).

Quando estava à mesa com eles, tomou o pão, deu graças, partiu-o e o deu a eles. Então os olhos deles foram abertos e o reconheceram, e ele desapareceu da vista deles (LC 24.30,31).

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2019-09-03T08:42:41-03:00

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